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Comissão de Arquitetura e Arte Eclesiástica

Fazem parte desta Comissão:
Bispo Diocesano (presidente ex-officio)
Revdo. Enrique Illarze
Paulo Edi Martins
Paula Kazue Suzuki

Cânones Diocesanos - Cânon 9
1º) O presidente do Concílio nomeia anualmente 2 presbíteros e 2 leigos, para constotuírem junto com o Bispo a Comissão de Arquitetura e Arte Eclesiástica, a qual compete opinar sobre os Projetos de templos e outras propriedades da Diocese, em caráter consul-tivo, submetendo-os à aprovação do Conselho Diocesano.

4º) Devem ser submetidos a esta Comissão todos os projetos e orçamentos de construções de prédios da Diocese. Todo e qualquer projeto deve ser acom-panhado de desenhos, plantas e informações detalhadas do que se pretende fazer.

5º) Enquanto a Comissão não opinar, por escrito, sobre os projetos e orçamentos de construção ou demolição de propriedades em geral, e o Conselho Diocesano não tiver dado autorização, também por escrito, as respectivas obras não podem ser iniciadas ou continuadas. A Comissão se deve pronunciar, no máximo, dentro de 30 dias da data em que lhe for entregue o projeto.

Ter Sempre em Mente
Que as igrejas devem prestar-se a execução das ações sagradas e a ativa participação dos fiéis. Além disso, os edifícios sagrados e os objetos destinados ao uso litúrgico devem ser realmente dignos e belos, sinais e símbolos das coisas divinas. Que sempre os responsáveis devem consultar a Comissão de Arquitetura e Arte Eclesiástica para edificar, reformar e dispor convenientemente os edifícios sagrados.

CONSTRUINDO EM COMUNIDADE . Sugestões para um bom projeto

  1. Assistência de um profissional
    Conforme as linhas diocesanas, deve-se contratar um profissional habilitado para que sejam desenvolvidos, de forma conjunta, os projetos pretendidos.
  2. Apresentação e Aprovação dos Projetos
    Os projetos devem ser encaminhados para análise à Comissão de Arquitetura e Arte Eclesiástica, e após aprovação dos aspectos construtivos e litúrgicos, devem ser levados, junto com a documentação necessária, aos órgãos públicos competentes, para que sejam devidamente analisados e legalmente aprovados.
  3. Início das Obras
    Após a aprovação, devem ser contratados profissionais que executarão a obra, e mediante garantias firmadas em um contrato oficial, deve-se estabelecer um cronograma de atividades para a realização efetiva dos trabalhos, sempre com o acompanhamento do técnico responsável, do pároco, e sobretudo da Comunidade.
  4. Contatos Iniciais
    A Comunidade, junto com seu Pároco, deve estabelecer a iniciativa de se iniciar um processo de estudos para a realização de uma possível obra.
  5. Liturgia e Aprendizado
    Para que se obtenham bons resultados, é necessário que a comunidade converse a respeito do espaço litúrgico e da arte sacra, pesquise e debata a respeito do tema e de toda a riqueza de informação e significado que o assunto contém assessorando-se com pessoas da Igreja, especializadas no tema.
  6. Visitas
    É interessante ampliar os horizontes da Comunidade realizando visitas a locais de Oração existentes na região. Igrejas, capelas e outros espaços corretamente edificados podem contribuir nesse processo. Prioritariamente a locais da IEAB, e depois a outras enominações cristãs.
  7. Planejamento
    Deve-se saber de onde se parte e onde quer-se chegar. É indispensável, que junto a vontade e ao entusiasmo da Comunidade esteja um BOM PLANO DE AÇÃO, com objetivos a serem alcançados e as formas como se pretende atingí-los.

 

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